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Alexandre De Moraes e a perseguição a Elon Musk sob a perspectiva do ordenamento legal.

Bom dia a todos,

Hoje, gostaria de abordar um tema que afeta profundamente o ambiente de negócios em nosso país e que, muitas vezes, passa despercebido: a relação entre a burocracia enfrentada pelos empresários locais na hora de abrir suas empresas e o comportamento de empresários internacionais que operam fora dos limites legais.

Em primeiro lugar, precisamos reconhecer que o ato de empreender é, por si só, um desafio. O empresário, no seu dia a dia, enfrenta um emaranhado de regras, regulamentos e exigências que muitas vezes parecem intransponíveis. Desde a escolha da natureza jurídica até a obtenção de licenças, passando pelo cumprimento de obrigações tributárias, o caminho é repleto de obstáculos. Essa burocracia excessiva pode desestimular até mesmo os mais determinados, transformando o que deveria ser um sonho em um verdadeiro pesadelo.

No entanto, é crucial que respeitemos o papel das leis e da regulamentação. Elas existem para proteger não apenas o empresário, mas também os consumidores e a sociedade como um todo. Um ambiente regulatório claro e justo é fundamental para promover a concorrência leal e a inovação. A burocracia não deve ser um fardo, mas sim uma estrutura que, quando bem organizada, pode criar um ecossistema saudável para os negócios prosperarem.

Por outro lado, observamos empresários internacionais que, em busca de lucro rápido, ignoram essas regras. Eles operam em um espaço onde a integridade não é uma prioridade, violando leis e normas em benefício próprio. Essa prática desleal não apenas prejudica o empresário local, que insiste em seguir as regras, mas também deteriora a confiança no mercado e prejudica toda a economia.

É essencial que faça uma distinção clara entre esses dois perfis. O empresário local, que enfrenta a burocracia e luta para se manter dentro da legalidade, merece nosso apoio e respeito. Eles são os pilares de nossa economia, gerando emprego e desenvolvendo inovação em nossas comunidades.

Já a conduta de empresários internacionais que operam fora dalei não deve ser ignorada. Eles precisam ser responsabilizados por suas ações, porque seu comportamento compromete o tecido econômico e social que nos esforçamos para construir. Quando as leis são quebradas impunemente, todos perdem: os empresários que trabalham dentro da legalidade, os consumidores e a sociedade.

Portanto, que estejamos juntos para apoiar os empresários que, mesmo diante da burocracia, continuam a acreditar no potencial de seus sonhos e do nosso país. Que trabalhemos para reformar as estruturas que dificultam a formalização de novos negócios, enquanto exigimos que aqueles que operam nas sombras respeitem as normas que todos nós seguimos.


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