Pular para o conteúdo principal

Postagens

MORADORES DE RUA, O QUE JUNDIAÍ FAZ A RESPEITO ?

Moradores de rua, o que Jundiaí faz a respeito? Tenho acompanhado o esforço do governo de Estado para acabar com as favelas. Na cidade de Jundiaí, onde moro, muito ouvi falar do “Jundiaí sem favelas”. Entendo por favelas casas construídas sem luxo e técnica e, na maioria das vezes, de madeira.  A favela tem luz, água e endereço fixo. Já os moradores de rua são um tipo de nômade, a cada dia tem um novo endereço que muitas das vezes dura até o raiar do Sol. Sem endereço fixo, sem luz, sem água e sem sanitários, são os excluídos que a sociedade muitas vezes fecha os olhos e finge que não existe.  Lutar pelos moradores de rua é algo praticado pelos que pregam a caridade. Morador de rua é um cidadão esquecido e quase não enxergamos, só tomamos conhecimento quando sentimos o cheiro forte e presenciamos os ninhos sujos. Realmente morador de rua não tem vez, não dá voto e são excluídos. Em Jundiaí existe morador de rua bem debaixo da prefeitura, na ponte da Nove de Julh...

SER DEMITIDO DO EMPREGO E CONTINUAR COM O PLANO DE SAÚDE.

                                            O trabalhador que tiver seu contrato de trabalho rescindido poderá continuar com o plano de saúde vinculado com a ex-empregadora. A manutenção do plano de saúde pode se dar para o empregado e seus dependentes por até 02 anos após o término do seu contrato de trabalho. Entretanto, há requisitos para tal continuidade: A Agência Nacional de Saúde, em novembro do ano de 2011, publicou a Resolução Normativa nº 279, que trata do tema. Nela, estão previstos como requisitos para a manutenção do plano: ·           que o trabalhador tenha sido dispensado sem justa causa; ·      que tenha contribuído no pagamento do plano de saúde enquanto era empregado da empresa; e ·         que a contratação do plano tenha se dado a partir de janeiro de 1999, ou se enquadre nas determin...

Entenda a Greve de Ônibus de Jundiaí

A Greve é uma das maneiras de busca dos interesses da classe trabalhadora. Paralisar a força coletiva de trabalho com o objetivo pressionar a classe patronal a posicionar-se numa mesa de negociações. A classe patronal –empregador- se recusa a conceder o aumento que a classe trabalhadora quer e oferece 9 % ao invés dos 17 % reivindicado. Com a recusa da classe patronal, a classe trabalhadora se reúne em assembléia no Sindicato e opta pela paralisação da força de trabalho. A partir de um momento em que se paralisa um serviço essencial para a população outros setores da sociedade passam a ser coadjuvantes. Em Jundiaí o poder executivo deve se pronunciar e, se caso for, tomar os serviços para administrar até que a greve tenha fim. Muitos usuários reclamam do preço da passagem e estamos diante de uma situação que o valor da passagem poderá sofrer reajuste. Recentemente tivemos aumento de preço dos combustíveis e com a reivindicação do aumento de salári...

Jundiaí, a cidade que esta fazendo da Saúde, uma esfera nebulosa.

Jundiaí, a cidade que esta fazendo da Saúde uma esfera nebulosa.                              Necessidade básica para o desenvolvimento social e qualidade de vida para a população, a saúde é e sempre será uma questão fundamental para a humanidade, tem que ser objeto de obsessão para nossos administradores e não deve e nem pode ser tratado com amadorismo. Jundiaí tinha em cada UBS um conselho formado por usuários que se reuniam mensalmente para debater os desafios e necessidades na área da saúde de cada UBS. Isso acontecia na gestão passada, o que evidenciava os problemas e dificuldade de cada UBS de forma detalhada para que todos pudessem quantificar de forma participativa, esse procedimento era um exemplo claro de transparência e democracia. O povo tinha em mãos suas necessidades e sabia quantificar os procedimentos que estavam faltando e...

Jundiaí, cidade que Multa é prioridade e a segurança dos Estudantes é a Sorte.

Há muito tínhamos a Guarda Municipal empenhada em manter a ordem na frente das nossas escolas. Os estudantes sentiam-se seguros para entrar e sair da escola. Depois de uma experiência positiva, a Guarda Municipal mudou de prioridade e o projeto Anjo da Guarda foi desarticulado e deixou a segurança no segundo plano. O pior estava por vir e hoje estamos sendo acuados por ladrões de todos os lados. Seja a indústria da multa ou os senhores sem Leis, a extorsão é certa. Hoje, se você tiver que buscar seu filho na escola vai ter que desembolsar o valor de r$ 1,00(um real), senão a multa é certa. Tenha certeza, que a cada parada vai ter que desembolsar no mínimo r$ 1,00(um real), pois esse é o valor mínimo a ser pago nos parquímetros, além é claro, do valor pago a titulo de cordialidade aos flanelinhas. Lembro-me bem que antes da vinda dos parquímetros tínhamos que desembolsar aqueles trocados como forma cordial para contemplar os flanelinhas. Hoje além de contemplar os flanel...

A Saúde de Jundiaí esta ameaçada.

Os veículos de comunicação anunciaram e as redes sociais entenderam, o Secretario de Saúde de Jundiaí nomeou um pastor para trabalhar no hospital São Vicente. Nomear um trabalhador para ocupar um Cargo Comissionado remunerado é legal e creio ser necessário para o bom andamento dos serviços públicos. Então o que foi que causou tanta indignação na população de Jundiaí? A população não aceitou e o bom costume agradeceu, contrataram um Pastor para dar conselho espiritual para os pacientes, funcionários e até aos familiares dos pacientes de forma remunerada. Isso evidenciou que a pratica de contratação com interesses que não atendem as necessidades do setor da saúde da nossa querida Jundiaí esta apenas começando. Contratar um evangélico para dar conselho espiritual no hospital é uma forma de discriminar outras crenças que teriam que ter as mesmas oportunidades, será que as outras crenças e até mesmo os evangélicos querem receber proventos para dar alivio com a palavra de Deu...

Atraso na entrega, saiba o que fazer.

Atraso na entrega de produto dá direito a desistir da compra. Se a loja não entregar as mercadorias adquiridas no prazo combinado, o consumidor deve exigir solução. Problema referente à logística é assunto de exclusivo interesse da empresa e atraso na entrega do produto por tal motivo não é justificável. O consumidor não está obrigado a aceitar a entrega atrasada, já que o fato configura descumprimento de contrato. Caso isso aconteça, o cliente tem o direito de desistir da compra quando for do seu interesse. Os valores pagos deverão ser devolvidos corrigidos. Caso nenhuma atitude seja tomada pelo fornecedor, é possível cancelar a compra por meio de carta com Aviso de Recebimento (AR), já que a loja descumpriu a oferta. Se a empresa continuar ignorando a reclamação, o melhor é procurar o Procon ou o Juizado Especial Cível. Na Justiça, se puder comprovar que utilizaria o equipamento adquirido para fins profissionais e o atraso na entrega causou-lhe prejuízo, é possível soli...